​​



 

307563850ca0478c8727c544f3430375.jpg

Cid Battiato 

Voz, Cuatro, Quena, Zampoña, Flauta Transversal, Arranjos e Direção Musical


  Nascido em São Paulo, teve aos 16 anos seus primeiros contato com a música, tocando bateria em grupos de rock. Participou de diversos festivais e em 1980 participou da montagem da Opera Rock Joseph and his AmazingTechicolorDreamcoat” com várias apresentações no teatro da FAAP e no Clube dos Ingleses.

  De 1984 a 1987 participou de diversos grupos latinos e em 1988 foi um dos fundadores do PALIMPSESTO. Em 1990 estudou harmonia e contraponto com Eusiel Rego. Em 1994, passou a se dedicar ao estudo do canto lírico, inicialmente com a soprano Adélia Issa, e de 1997 a 2007 com o renomado barítono Carmo Barbosa.

  Apresentou-se em diversas salas de concertos com cantoras como Berenice Barreira, Sandra Félix e Edna D’ Oliveira. Em 2003 participou do programa “Vesperais Líricas” do Teatro Municipal com a Opera Idomeneo, de Mozart, fazendo o papel título. Em 2005 participou de Messias de Handel, sob regência do Maestro Hermes Coelho com o coro e a Orquestra de Câmera Metrocamp, também no papel título. Em maio de 2007 retorna ao trabalho de grupo, remontando o PALIMPSESTO como diretor musical, arranjador, cantor e instrumentista.

feea8ef5e72447a9bfaa462c9cefb1f4.jpg

Salvador de la Fuente

Voz, Quena, Zampoña e Flauta Transversal


  Nascido em Santiago, Chile, teve nos anos 70 com o movimento da Nova Canção Chilena, seus primeiros contatos com instrumentos folclóricos, iniciando seu aprendizado em Quena, passa a integrar grupos como Guamary e Maschku apresentando-se em bares temáticos, rádios e Tvs.

  Com o Grupo Maschku participou da gravação de um disco, além de acompanhar artistas de renome, tais como Roberto Bravo, Florcita Motuda e Maria Ines Navellan entre outros.

  No Brasil, desde 1983 com o Grupo Maschku participou de shows, recitais e da gravação de um disco. Apresentou-se no programa “Perdidos na Noite” do Faustão, no Programa de Flávio Cavalcanti da Tv Gazeta, no programa de Clodovil na Record, no Festa Baile da Tv Cultura, além de recitais no Sesc Vila Nova, Centro Cultural Vergueiro, Biblioteca Mário de Andrade, Teatro Cacilda Becker em São Bernardo, Lira Paulistana e com Heraldo do Monte no Tuca.

16c1f96960254b9397f9768e9ed3e275.jpg

Nano Ordenes

Voz, Bombo, Quena, Zampoña e Violão.


 Nascido em Antofagasta, Chile, desde sempre cresceu ouvindo Illapu, Inti-Illimani, Quilapayun. Por influência de seu pai começou a aprender quena e violão.Aos 13 anos começa a participar de diversos grupos folclóricos chilenos, como Hualañe, Chile Lindo, Quinchamalí entre outros.

  Em 2010 por motivo do terremoto que afetou o Chile, funda o grupo América Morena com o objetivo de participar de um evento em benefício dos afetados. Apresentou-se no Auditório SimónBolivar, Festival de San Bernardo no Chile nos anos de 1996 e 1997.

c0e0c9c5e747465bb8c0d07dbc07e158.jpg

Miguel Lobos

Voz, Charango, Violão, Tiple, Quena e Zampoña.


  Nascido em Santiago, Chile, mudou-se ainda criança para o Brasil. Nos anos 80 seus pais, juntamente com outros amigos, fundaram o primeiro grupo folclórico chileno no Brasil o Chile Lindo, grupo do qual participou de 1985 a 1990 como dançarino.

  Aos 16 anos, junto a sua família e uma família de amigos formam o grupo folclórico Chihuaqui, na mesma época em que começa a aprender sozinho a tocar violão com as revistas de música dos anos 90 e em pouco tempo passa a fazer parte da área musical do grupo onde aprende a tocar os ritmos folclóricos chilenos.

  Aos 18 anos tem o seu primeiro contato com o charango e a quena e junto a amigos forma o grupo Aire Andino, seu primeiro grupo musical, mas esta experiência não dura muito, pois decide voltar ao Chile em 1995. Nesta época estuda durante um ano violão clássico e aproveita para frequentar alguns festivais e eventos folclóricos.

 Em 2004, de regresso ao Brasil, ingressa ao grupo folclórico Quinchamalí do Chile, chegando a ser o diretor musical durante vários anos.

  Em 2010, é convidado a fazer parte de um grupo musical para tocar em um evento para ajudar as vítimas do terremoto do Chile, é assim que nasce o América Morena, grupo de música latino-americana, onde tocou violão, charango, tiple, cuatro venezolano e quena.

  Em 2015 é convidado a ingressar ao Palimpsesto.